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Ficha Técnica: Feijão verde e mocho
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NOME BOTÂNICO |
Phaseolus vulgaris nanus(=feijão mocho ou rasteiro) e Phaseolus vulgaris volubis(=feijão de trepar) |
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COMPOSIÇÃO |
Rica em vitaminas A, B, C, proteínas, ácido fólico, sais minerais, amido, fibra |
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PROPRIEDADES |
Favorece a eliminação do ácido úrico, melhora o batimento cardíaco. Combate a diabetes, gota e cálculos renais. Diurético |
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CARACTERÍSTICAS |
Planta anual com caule herbáceo |
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CULTIVO |
Semear a 2 a 3 cm de profundidade directamente no terreno definitivo limpo, liso e livre de torrões (30 cm de profundidade). Pode semear em alfobre, mas é necessário extremo cuidado no momento da transplantação Monda manual ou química regular Tutoragem do feijão trepador Colheita de feijões jovens e tenros estimula a formação de mais vagens Rega - moderada, nomeadamente na floração e aparecimento das vagens |
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CICLO BIOLÓGICO |
Sementeira no norte de Portugal – entre Abril e Julho Sementeira no sul de Portugal – Fevereiro Germinação – entre 6 a 12 dias Colheita no norte de Portugal – a partir de Julho |
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CLIMA |
Sensível à geada, com crescimento lento se a temperatura for inferior a 20.ºC Germinação – entre 25 e 30.ºC Vegetação – entre 20 e 25.ºC Floração – 25.ºC |
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SOLO |
Ligeiro Boa capacidade de retenção de água Os solos arenosos devem ser evitados pH entre 6,0 e 6,5 |
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ROTAÇÃO |
2 anos. Batata, tomate, pimento, beringela, cebola, alho, melão, pepino, melancia, cenoura, salsa, coentro, aipo, abóbora são bons precedentes |
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DISTÂNCIA |
30 a 40 cm entre plantas |
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PRAGAS |
Ácaros, alfinete, gorgulho, lagarta, mosca branca, tripes, afídeos, larvas, lesmas |
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DOENÇAS |
Ferrugem, oídio, podridão cinzenta, podridão branca, antracnose, doença do pé, viroses |

